Descrição
O Mini não é apenas um carro — é um fenómeno cultural. Quando foi apresentado em 1959, virou o mundo automóvel do avesso. Não nasceu do desejo de ser “cool”, mas sim de uma necessidade absoluta durante uma crise de combustível. Ainda assim, acabou por se tornar um símbolo de independência, estilo e genialidade de engenharia.
O designer, Sir Alec Issigonis, foi desafiado a criar um automóvel pequeno que ainda assim conseguisse acomodar quatro adultos e respectivas bagagens. As suas soluções mudaram para sempre a forma como os carros são desenhados:
Motor Transversal: colocou o motor na posição transversal. Isto ocupava muito menos espaço, permitindo que 80% do piso do carro fosse usado para passageiros e bagagens.
Rodas nos Cantos mais Extremos
Em 1959, a British Motor Corporation promoveu inicialmente o Mini com dois nomes distintos: o Austin Seven e o Morris Mini-Minor.
Era alimentado por um motor de quatro cilindros de 848 cc que debitava 34 cavalos (CV), combinado com uma caixa de velocidades única de quatro relações, alojada no cárter de óleo.
Este Exemplo:
Os primeiros Minis foram enviados do Reino Unido para o mercado sul-africano a 29 de Setembro de 1959, com algumas unidades transportadas para Durban para montagem na fábrica da Motor Assemblies após a chegada à África do Sul.
De acordo com os registos do 1959 Mini Register no Reino Unido, o número de chassis do presente exemplar (3584) pertence ao primeiro lote que saiu do Reino Unido em Setembro de 1959. Durante muito tempo, acreditou-se que seria o Mini sobrevivente mais antigo na África do Sul.
O actual proprietário adquiriu o Morris Mini Minor a um vendedor em Gauteng que o tinha anunciado online em 2017. Felizmente, o carro manteve quase todas as suas características originais, apesar do estado em que se encontrava.
Este exemplo passou por uma restauro completo, feito por um entusiasta de Mini com conhecimento, e ficou concluído em Maio de 2021.
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